No primeiro quarto de hora do jogo, o Benfica enfrentou uma tempestade austríaca devastadora: dois penalties contra, um golo sofrido e uma expulsão de um defensor fundamental. A atuação da equipa de Roger Schmidt foi profundamente afetada por erros individuais, incluindo os do guarda-redes Trubin, que veio em substituição de Odysseas Vlachodimos. Esse início desastroso determinou o rumo da partida, com o Benfica a lutar desvantajosamente.
Apesar dos erros e adversidades, o clube português mostrou coragem e tentou enfrentar a situação, mas falhou na finalização ou viu as suas tentativas serem travadas pelo guarda-redes contrário. A velha máxima do futebol “quem não marca, sofre” fez-se sentir quando o Salzburgo aumentou a vantagem no minuto 50.
Roger Schmidt, o treinador do Benfica, pareceu paralisado face à difícil situação, demorando a fazer substituições e mostrando dúvidas nas opções que tomou. Notou-se que o Benfica não estava preparado para a intensidade e pressão do adversário, algo que poderá ser problemático, especialmente quando enfrentar equipas como o FC Porto.
Com uma derrota neste primeiro jogo em casa, a jornada europeia do Benfica torna-se mais complexa. O próximo desafio em Milão será crucial, não sendo definitivo, mas uma nova derrota poderia complicar ainda mais as ambições do clube na competição europeia. Há uma necessidade premente de o Benfica encontrar estabilidade e maturidade no seu futebol para enfrentar os desafios europeus.

