Num jogo de emoções fortes, o Benfica contou com a contribuição crucial de Arthur Cabral, que se tornou o herói improvável ao marcar um golo crucial apenas um minuto após entrar em campo, garantindo a qualificação da equipa para a Liga Europa. Por outro lado, a prestação de Di María foi determinante, destacando-se como a estrela do encontro com a sua mestria e habilidade inigualável.

A Estrela do Jogo: Di María (8)

Numa partida onde os avançados do Benfica estiveram aquém das expectativas, com exceção do impacto tardio de Arthur Cabral, e Rafa a desperdiçar mais oportunidades do que concretizar, foi Di María que brilhou intensamente. O argentino foi uma força constante, oferecendo uma mistura de passes longos e curtos, além de tentativas de golo. Destacou-se com um tento marcado diretamente de um canto e criou várias oportunidades claras de golo, além de ter um papel crucial no segundo golo do Benfica.

Avaliações Individuais:

  • TRUBIN (5): Seguro, parou vários remates, mas não conseguiu evitar o golo de Susic.
  • AURSNES (7): Teve dificuldades defensivas, mas foi crucial no ataque, incluindo um cruzamento decisivo para o golo de Arthur.
  • TOMÁS ARAÚJO (6): Estável na defesa, apesar de um momento de atraso no golo de Susic.
  • OTAMENDI (7): Líder em campo, quase marcou e fez cortes decisivos.
  • MORATO (6): Competente a defender, embora com limitações ofensivas.
  • JOÃO NEVES (8): Intenso, recuperou inúmeras bolas e assistiu no lance do golo decisivo.
  • KOKÇU (5): Inconsistente, brilhou a espaços mas perdeu influência ao longo do jogo.
  • RAFA (5): Marcou um golo, mas falhou várias oportunidades claras.
  • JOÃO MÁRIO (5): Geometria nos passes, mas com pouca criatividade.
  • TENGSTEDT (5): Dinâmico, mas sem o impacto final desejado.
  • MUSA (5): Esforçado, mas sem sucesso na finalização.
  • GONÇALO GUEDES (4): Esforçado, mas sem a claridade necessária no ataque.
  • ARTHUR CABRAL (8): Redimiu-se com um golo decisivo no último minuto.
  • FLORENTINO (-): Sem tempo de jogo para impactar a partida.

Num jogo de altos e baixos, foi a estrela de Di María que mais brilhou, enquanto Arthur Cabral selou a sua redenção com um momento de pura magia, garantindo uma noite memorável para o Benfica.

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